Festival GP Bento Gonçalves, a celebração ao turfe no Hipódromo do Cristal » Jockey Club Brasileiro - Turfe

Festival GP Bento Gonçalves, a celebração ao turfe no Hipódromo do Cristal

Com uma reunião exclusiva neste sábado, dia 10, o Jockey Club do Rio Grande do Sul promove a sua mais importante corrida na temporada, com o festival do Grande Prêmio Bento Gonçalves (G1).

De 1909 a 2014

Carreira disputada desde 1909, o Bento Gonçalves foi corrido pela primeira vez no Prado Rio-Grandense, no bairro Menino de Deus, sob o controle da Associação Protetora do Turfe. No ano seguinte passou a ser promovido pelo Prado Independência e assim foi até 1959, quando inaugurado o Hipódromo do Cristal, que passou a realizar a prova, reduzindo o percurso de 3.200 para 3.000 metros. Mais tarde, em 1972, a distância foi ajustada para 2.400 metros, trajeto dos dias atuais.

No hall de vencedores da importante prova de Grupo 1 aparecem nomes de corredores que marcaram época no turfe gaúcho e brasileiro, que começa em 1909 com Aguapehy (Express e Torpedera), primeiro vencedor do Bento; passa pelos craques Estensoro (Estoc e Pérfida), na foto ao lado, montaria de Antonio Ricardo, a maior lenda do turfe gaucho de todos os tempos; os tricampeões El Asteróide (Elpenor e Al Oina), em 1964, 1965 e 1966, e Zirbo (Egoismo e Leréia), em 1981, 1982 e 1983, os argentinos Vizcaino (Sideral e Cantabrica), Chupito (Electrodo e Chimpa), Locomotor (Lacydon e Retorica), Good Bloke (Fresh Air e Good Hope) e Secreto (Cocles e Seine) , o uruguaio Buen Mozo (Blackamoor e Moninha), o francês Lord Antibes (Vatellor e Navy), que foi bicampeão em 1952 e 1953, além dos brasileiros Negroni (Flamboyant de Fresnay e Aurora), Corejada (Elpenor e Estupenda) e Dilema (Major’s Dilemma e Ópera), e, entre outros ótimos corredores, a lista termina com o atual campeão Whoopee Maker.

A história continua…

KijoliamourpostEste ano, em um campo cheio, com 12 competidores. São produtos de três anos e mais idade, que se enfrentam em 2.400 metros na pista de areia:

Rutherford Bohr (Stud Rain San); Diesmal (Stud Vaccaro); Cebolinha (Stud Muradás); Desejado Itajara (Haras Despertador); Kijoliamour (Haras Doce Vale); Bartholomeu (Coudelaria Colaço); Lago Olímpico (Haras Regina); Save The Tiger (José Vecchio Filho / Ivan Skroski); Desejado Zuca (Alberto J. Tiellet Miorim); Hay Que Ganar (Haras Monte Athos); Uai Sô (Juarez Morbini Lopes); Mitológico (Stud Nova República).

E a festa promete!

Outras doze provas compõem o festival, incluindo mais três do calendário oficial do JCRGS: GP Presidente da República (L.), em 1600 metros; GP ABCPCC (L.), em 1.200 metros, e GP Luiz Fernando Cirne Lima, páreo reservado a éguas, em 1.900 metros.

Vale frisar que o primeiro páreo do festival está marcado para as 13h15 (cânter por volta de 13h). O Pick 7 começa no sétimo páreo, com R$ 20 mil de garantia, o Betting 5 no nono e o Super Betting, no décimo primeiro páreo da tarde/noite.

Da Redação – Fotos: Arquivo JCB

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