

{"id":74190,"date":"2015-12-05T23:20:53","date_gmt":"2015-12-06T01:20:53","guid":{"rendered":"\/home\/?p=74190"},"modified":"2016-04-04T12:16:19","modified_gmt":"2016-04-04T15:16:19","slug":"resposta-ao-editorial-de-24-de-novembro-da-acpcpsi","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jcb.com.br\/home\/noticias\/74190\/resposta-ao-editorial-de-24-de-novembro-da-acpcpsi\/","title":{"rendered":"Resposta ao &#8220;editorial&#8221; de 24 de novembro da ACPCPSI"},"content":{"rendered":"<p>No dia 24 de novembro do corrente ano, a diretoria da ACPCPSI, respons\u00e1vel pelo site Raia Leve, fez publicar, com grande alarde, outro \u201ceditorial\u201d, desta vez acusando a administra\u00e7\u00e3o do Jockey Club Brasileiro da realiza\u00e7\u00e3o de uma s\u00e9rie de gastos, por ela considerados abusivos, como a poda das \u00e1rvores das vilas h\u00edpicas, os chamados cart\u00f5es corporativos e despesas de viagens.<\/p>\n<p>De sa\u00edda, deve ser dito que \u00e9 um direito da associa\u00e7\u00e3o em quest\u00e3o criticar a administra\u00e7\u00e3o do Jockey Club Brasileiro a respeito de qualquer iniciativa que, ao seu ju\u00edzo, pare\u00e7a equivocada. Esta certeza, n\u00e3o s\u00f3 faz parte do contradit\u00f3rio de uma institui\u00e7\u00e3o do tamanho e da import\u00e2ncia do Jockey, como ajuda a que, juntos, tentemos encontrar as solu\u00e7\u00f5es que melhor atendam ao normal desenvolvimento do dia a dia da sociedade.<\/p>\n<p>No caso, entretanto, a repeti\u00e7\u00e3o de \u201cacusa\u00e7\u00f5es\u201d infundadas e, principalmente, a forma maliciosa de que s\u00e3o revestidas, n\u00e3o colabora para promover o sadio debate de ideias sobre o turfe do Rio de Janeiro, muito menos preserva e protege o ambiente de cordialidade e respeito que deveria ser a t\u00f4nica do relacionamento entre pessoas e institui\u00e7\u00f5es civilizadas.<\/p>\n<p>Como j\u00e1 fez em outras ocasi\u00f5es, e far\u00e1 quantas vezes for necess\u00e1rio, a administra\u00e7\u00e3o do JCB passa a responder aos t\u00f3picos da postagem de 24 de novembro, cuja caracter\u00edstica parece ter sido apenas a de abrir a temporada de ca\u00e7a \u00e0s reputa\u00e7\u00f5es, em fun\u00e7\u00e3o do pr\u00f3ximo processo eleitoral de maio de 2016. A seguir.<\/p>\n<p><strong>Cart\u00f5es corporativos<\/strong><\/p>\n<p>Sob o t\u00f3pico acima, a postagem pretendeu fazer crer que a administra\u00e7\u00e3o do Jockey Club Brasileiro havia decidido inaugurar a pr\u00e1tica da emiss\u00e3o de cart\u00f5es corporativos para custear despesas pessoais de seus membros. Nada mais perverso poderia ser imaginado pelos autores do citado \u201ceditorial.\u201d<\/p>\n<p>O chamado cart\u00e3o corporativo foi contratado pelo clube para fazer frente \u00e0s despesas com os canais de transmiss\u00e3o e o registro das m\u00eddias sociais de seu novo site de apostas online, o \u201cJockey Rio\u201d, simplesmente porque os prestadores desses servi\u00e7os s\u00f3 aceitam pagamento via cart\u00e3o. Por outras palavras, recusam cheque, boleto banc\u00e1rio ou d\u00e9bito em conta.<\/p>\n<p>Neste sentido, ali\u00e1s, todas as faturas de pagamentos via cart\u00e3o corporativo, est\u00e3o, como sempre estiveram, \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o de qualquer s\u00f3cio que deseje saber mais sobre o assunto. Nessas faturas, est\u00e1 claramente indicada a origem e o destinat\u00e1rio dos mencionados pagamentos, tais como Google, Facebook, registro de dom\u00ednios, etc.<\/p>\n<p>De igual forma, deve ser dito, ao contr\u00e1rio do que foi divulgado, que esta forma de pagamento permite um melhor controle e fiscaliza\u00e7\u00e3o das despesas cobradas pelo mercado de presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os online, al\u00e9m de ser normalmente praticada por organiza\u00e7\u00f5es de porte e perfil econ\u00f4mico menores que o Jockey Club Brasileiro.<\/p>\n<p>A seguir, para n\u00e3o haver d\u00favidas, segue-se o quadro demonstrativo de todas as atividades do site de apostas pagas com o uso de cart\u00e3o corporativo, descriminando as despesas, seu hist\u00f3rico, e a frequ\u00eancia da cobran\u00e7a.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter\" alt=\"\" src=\"http:\/\/www.jcbinforma.com.br\/sites\/default\/files\/imagem_email_resposta_dez15-tabela1.png\" \/><br \/>\n<strong>Poda das \u00e1rvores das vilas h\u00edpicas<\/strong><\/p>\n<p>H\u00e1 anos, talvez d\u00e9cadas, que as \u00e1rvores existentes nas vilas h\u00edpicas n\u00e3o eram podadas. Como h\u00e1 anos, talvez d\u00e9cadas, o mesmo ocorre com seus pisos e cal\u00e7adas, ambos tamb\u00e9m em processo de recupera\u00e7\u00e3o neste instante. Pode-se muito bem imaginar o que essas duas realidades trouxeram de desgaste e de degrada\u00e7\u00e3o para a citada \u00e1rea do clube.<\/p>\n<p>No caso da poda, s\u00e3o nada menos que 426 \u00e1rvores de todos os tipos e tamanhos na \u00e1rea do hip\u00f3dromo, v\u00e1rias das quais j\u00e1 tinham suas copas entremeadas com a rede el\u00e9trica, inclusive de alta tens\u00e3o, o que significou, primeiro, ter que separar uma coisa da outra, dentro do mesmo escopo do trabalho contratado. Segundo, havia que respeitar os hor\u00e1rios de tr\u00e2nsito dos animais, ve\u00edculos e pessoas pelo local, quando o trabalho era interrompido, prolongando-se al\u00e9m do que seria normal. Terceiro, era necess\u00e1rio retirar e transportar para fora dos limites do Jockey todo o vasto material resultante dos cortes, gerando o pagamento de fretes, que n\u00e3o s\u00e3o necessariamente cobrados quando o trabalho \u00e9 feito em \u00e1reas menos densas.<\/p>\n<p>E tudo isso, preservando-se as leis de prote\u00e7\u00e3o ambiental, que retira de qualquer um a possibilidade de deixar o processo ao arb\u00edtrio da natureza, como, aparentemente, parece ser o desejo de alguns.<\/p>\n<p>\u00c9 certo que o custo poderia ser menor, n\u00e3o fosse o estado de virtual abandono a que as vilas h\u00edpicas foram relegadas, repita-se, h\u00e1 anos, talvez d\u00e9cadas. Mas o trabalho est\u00e1 feito e bem feito. Como tamb\u00e9m prossegue o trabalho de recupera\u00e7\u00e3o de todas as cal\u00e7adas e meios-fios, antes que um novo piso de asfalto seja ali colocado.<\/p>\n<p>A seguir, para conhecimento de todos, segue o quadro das despesas havidas pelo clube com a poda das \u00e1rvores de suas vilas h\u00edpicas, discriminando datas, valores, locais e quantidades, realizadas pela empresa Aba Podas e Arboriza\u00e7\u00e3o, ap\u00f3s cota\u00e7\u00e3o no mercado.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter\" alt=\"\" src=\"http:\/\/www.jcbinforma.com.br\/sites\/default\/files\/imagem_email_resposta_dez15-tabela2.png\" \/><br \/>\n<strong>Viagens<\/strong><\/p>\n<p>De pronto, deve ser dito que o disp\u00eandio com passagens a\u00e9reas n\u00e3o dizem respeito apenas aos deslocamentos do presidente, mas de um grupo de pessoas vinculado \u00e0 administra\u00e7\u00e3o do JCB. E o motivo da ocorr\u00eancia com despesas de viagem se deve a dois fatores b\u00e1sicos.<br \/>\nO primeiro, como se sabe, \u00e9 que o Jockey Club Brasileiro \u00e9 membro do Grupo I da Federa\u00e7\u00e3o Internacional das Autoridades H\u00edpicas (FIAH), a entidade que congrega mais de 60 pa\u00edses dos cinco continentes, re\u00fane-se uma vez por ano e, atrav\u00e9s de seus v\u00e1rios comit\u00eas t\u00e9cnicos, regula o turfe internacional, decidindo desde o funcionamento dos Stud Books \u00e0s regras de medica\u00e7\u00e3o para correr; credenciamento de laborat\u00f3rios de controle anti-dopagem; transporte internacional dos animais, passando pelo estabelecimento dos \u201cratings\u201d, que hoje subordinam a gradua\u00e7\u00e3o das provas da programa\u00e7\u00e3o cl\u00e1ssica de cada pa\u00eds membro. Inclusive, aquelas do pr\u00f3prio Jockey Club Brasileiro.<\/p>\n<p>O JCB \u00e9 tamb\u00e9m membro do Conselho Diretor da OSAF &#8211; Organiza\u00e7\u00e3o Sul-Americana de Fomento, a entidade que congrega os Jockeys Clubes do continente, e tem assento e voz em todas as mat\u00e9rias que envolvem seus interesses e os interesses da ind\u00fastria brasileira do cavalo de corridas.<\/p>\n<p>Durante certo tempo, por\u00e9m, o JCB, inexplicavelmente, abriu m\u00e3o de sua representa\u00e7\u00e3o de Grupo I junto \u00e0 FIAH (diga-se de passagem, conseguida gra\u00e7as ao prest\u00edgio internacional e \u00e0 habilidade pol\u00edtica do ent\u00e3o presidente, Dr. Francisco Eduardo de Paula Machado), bem assim, da presen\u00e7a nos conclaves da OSAF.<\/p>\n<p>Como tal, parou de indicar representante junto \u00e0 Confer\u00eancia anual da FIAH e as Assembleias da OSAF, como se o turfe do mundo ao redor n\u00e3o mais existisse, ou, pior, como se ele, JCB, n\u00e3o fizesse mais parte dele.<\/p>\n<p>\u00c9 claro que esta postura gerou consequ\u00eancias, entre as quais o clube n\u00e3o mais ser reconhecido como sociedade promotora de corridas de cavalo, face aos seus cong\u00eaneres e \u00e0s duas principais organiza\u00e7\u00f5es internacionais do setor. Embora tal absente\u00edsmo for\u00e7ado n\u00e3o tenha servido para eliminar a sujei\u00e7\u00e3o do turfe do Rio a todas as decis\u00f5es que diziam respeito \u00e0 sua atividade h\u00edpica. E o que \u00e9 p\u00e9ssimo, sem delas ter participado ou opinado.<\/p>\n<p>O segundo fator, tem a ver diretamente com o processo de negocia\u00e7\u00e3o do contrato de parceria com o PMU, Fran\u00e7a, iniciado em 12 de outubro de 2012 e terminado, com a assinatura do respectivo contrato, em 2 de outubro de 2015. \u00c9 natural que este processo demandasse a ida ao exterior dos gerentes de tecnologia da informa\u00e7\u00e3o (TI), jur\u00eddico, finan\u00e7as e de turfe do JCB, bem como a vinda ao Brasil das v\u00e1rias equipes t\u00e9cnicas do PMU, sem o que jamais teria sido poss\u00edvel completar a \u201cdue diligence\u201d a que o JCB foi submetido durante tr\u00eas anos. Eles pagaram as passagens deles, inegavelmente em n\u00fameros muito mais expressivos que as nossas.<\/p>\n<p>Imaginar que o investimento do JCB em passagens a\u00e9reas pudesse ter sido ser feito \u00e0s expensas pessoais dos seus representantes que participaram das negocia\u00e7\u00f5es durante todo este tempo, \u00e9, no m\u00ednimo, injusto; no m\u00e1ximo, invi\u00e1vel.<\/p>\n<p>Mas o fato \u00e9 que o PMU est\u00e1 a\u00ed, associado ao Jockey Club Brasileiro.<\/p>\n<p>A primeira consequ\u00eancia desta realidade concreta, \u00e9 a economia de custos de cerca de R$ 5 milh\u00f5es\/ano na opera\u00e7\u00e3o do segmento h\u00edpico do JCB. Mais o envio, a partir do primeiro trimestre de 2016, das imagens das corridas do JCB para o exterior (pela primeira vez na hist\u00f3ria do turfe do pa\u00eds). Mais o recebimento de percentagem de tudo que for jogado no exterior em nossas carreiras. Mais a diminui\u00e7\u00e3o do quadro de funcion\u00e1rios do clube dedicado ao setor de apostas (que j\u00e1 come\u00e7ou a acontecer). Mais a projetada expans\u00e3o de nossa rede de ag\u00eancias credenciadas e pontos de venda, com base nos investimentos de terceiros. Mais a transfer\u00eancia das modernas tecnologias de vendas de apostas h\u00edpicas para o quadro gerencial do Jockey, propiciando sua completa profissionaliza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>E, acima de tudo, mais a tentativa do Jockey Club Brasileiro de oferecer uma resposta efetiva \u00e0s d\u00favidas que, durante quase duas d\u00e9cadas, t\u00eam impedido a evolu\u00e7\u00e3o do movimento geral de apostas (MGA) do Rio de Janeiro, inibindo o desenvolvimento do nosso turfe.<\/p>\n<p>Ter trocado tudo isso pelo investimento em algumas passagens a\u00e9reas, foi uma boa aposta, sob qualquer \u00f3tica que se examine a quest\u00e3o.<br \/>\nA administra\u00e7\u00e3o do Jockey Club Brasileiro, seu presidente; seu vice-presidente executivo; seus gerentes de \u00e1rea, est\u00e3o, desde j\u00e1, \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o de qualquer s\u00f3cio do clube para debater sobre qualquer iniciativa da administra\u00e7\u00e3o e qualquer n\u00famero, de qualquer conta, de qualquer contrato, bem assim, exibir os documentos de suporte.<\/p>\n<p>N\u00e3o h\u00e1 nada a esconder. Muito menos a temer.<\/p>\n<p>Presid\u00eancia<br \/>\n<strong>Jockey Club Brasileiro<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No dia 24 de novembro do corrente ano, a diretoria da ACPCPSI, respons\u00e1vel pelo site Raia Leve, fez publicar, com grande alarde, outro \u201ceditorial\u201d, desta vez acusando a administra\u00e7\u00e3o do Jockey Club Brasileiro da realiza\u00e7\u00e3o de uma s\u00e9rie de gastos, por ela considerados abusivos, como a poda das \u00e1rvores das vilas h\u00edpicas, os chamados cart\u00f5es [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":3413,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[4],"tags":[],"class_list":["post-74190","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/jcb.com.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/74190"}],"collection":[{"href":"https:\/\/jcb.com.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/jcb.com.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/jcb.com.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/jcb.com.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=74190"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/jcb.com.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/74190\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/jcb.com.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/media\/3413"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/jcb.com.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=74190"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/jcb.com.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=74190"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/jcb.com.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=74190"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}