Por fora, Jolie Souvenir atropela no fim e vence o Clássico Antônio Carlos Amorim » Jockey Club Brasileiro - Turfe

Por fora, Jolie Souvenir atropela no fim e vence o Clássico Antônio Carlos Amorim

Jolie Souvenir Chegada (3)

Jolie Souvenir deu show no Hipódromo da Gávea

Este ano não teve para Mi Morena, vencedora do ano passado. Depois de uma atropelada violenta nos metros finais, Jolie Souvenir venceu, em ótimo estilo, o Clássico Antônio Carlos Amorim. O principal destaque da reunião deste domingo, que homenageou o fundador e 1º presidente da Associação dos Criadores e Proprietários de Cavalos de Corrida do Rio de Janeiro, uma das mais importantes instituições em prol do esporte. A prova foi disputada em 1.400 metros (AREIA).

Muito rápida e especialista em provas de velocidade, Mi Morena pulou logo na frente ao natural e dominou boa parte da prova. Ela era seguida por De Capa (B. Pinheiro), Old Town (W. S. Cardoso) e Desejada Printemps (V. Borges). Porém, o bicampeonato foi escapando já na hora da verdade, após a curva de chegada, na entrada da reta final. Neste momento, Jolie Souvenir que, guiada de forma fantástica por A. Correa, atropelou por fora e cruzou o disco com um corpo de vantagem para o segundo colocado, Iluminar (M.Gonçalves), treinada pelo excelente L. J. Reis. Completaram a chegada De Capa (B. Pinheiro),  Old Town ( W. S. Cardoso), India Negra (V. Gil), Mi Morena (H. Fernandes), Desejada Printemps (V. Borges) e  Ishvara (M. Almeida). Jolie fez o tempo de 1m28s e 50c.

Treinado pelo competentíssimo L. Esteves, Jolie Souvenir é filha de Molengão e Souvenir, por First American.Criada no Stud TNT/ Haras Vale Verde e de propriedade do Haras Vale Verde. 

L.Esteves

L.Esteves, dois anos consecutivos sai vitorioso na prova

– Ganhei a prova no ano passado com a Mi Morena e resolvi colocar a Jolie, que é uma égua que vem evoluindo e que vem fazendo ótimos trabalhos. Ela ganhou com muita autoridade, largou bem, ficou quieta ali atrás e quando arrancou não perdeu mais – afirmou. 

Já o jóquei A. Correia, que correu no lugar de B. Reis, acredita que a vitória foi coisa do destino, já que, inicialmente, a montaria não era dele:

 – Poxa, aconteceu um imprevisto com o B. Reis e acabei pegando a montaria, coisas que acontecem, isso é o destino. Fiquei triste por ele, mas feliz pela vitória.

 

 

Foto: Gerson Martins 

 

 

 

 

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