A Associação Brasileira publicou, em meados do mês de junho, a relação completa dos reprodutores que trabalharam no segundo semestre de 2014, com os respectivos números éguas. No total em resumo 3.105 éguas para 198 garanhões, o que da média bem razoável de 15,7 éguas por cavalo. Os números dados acima, são os que constam no Stud Book Brasileiro, no dia 17 de junho de 2015.
– Mais de 100 éguas – Trinniberg 139, Shangai Bobby 138, Benny The Bull 117, Discreet Cat 116, Put It Back 114, Kodiak Kowboy 114
– De 50 a 100 éguas – Pioneering 93, Tiger Heart 80, Wild Event 72, Public Purse 71, Quick Road 67, Agnes Gold 66, Drosselmeyer 58, Redattore 54, Forestry 53, Salto 52
– De 30 a 50 éguas – T.H Aproval 47, Siphon 46, Nedawi 46, Minion 42, Desejado Thunder 38, Capetown 37, Adriano 37, Taludo 35, Crafty CT 35, First American 34, Watchman 32, Poker Face 31, Mig 30
Esses foram os 29 garanhões que receberam as maiores oportunidades.
Trinniberg foi importado em “shuttle” pelo Haras Ponta Porã, Shangai Bobby também em “shuttle” para um grupo de criadores e que ficou sediado no Mondesir, Benny The Bull estava no Haras Di Cellius em Bagé, Discreet Cat em “shuttle” para um forte grupo do Paraná liderado pelo Springfield e Santa Rita da Serra, Put It Back já radicado em definitivo no Brasil no Santa Maria de Araras e Kodiak Kowboy sediado no Haras Bagé do Sul. Os demais 169 seguiram com oportunidades menores. Note-se que o já consagrado Adriano recebeu 37 éguas e o futuroso Poker Face 31. Dos 169 não citados entre 10 e 29 figuram, Mellon Martini com 29, Aerosol 28, Christine’s Outlaw 25, Top Hat 22, Mensageiro Alado 20, Jeune-Turc 18, Cisne Branco 17, Plenty of Kicks 14, Kará de Birigui 14, Snack Bar 13, Silent Times 12, Dubai Dust 11, Impression 11, Hendrix 10, Good Reward 10, Red Rock Canyon 9, Timeo 9, Lord Marcos 7, Chocolate Chip 6, Conclusivo 6, Acteon Man 4, Mestre Incognito 4, Flymetothemoon 4, Thignon Boy 3, Molengão 3, Ay Caramba 2, Glória de Campeão 2, Out Of Control 2, Sal Grosso com uma e Sending Kisses também com uma. Esses são os principais nomes daqueles que serão responsáveis pela produção nacional da geração 2015.
Se considerarmos um percentual de fertilidade normal acima de 85% e admitirmos as naturais baixas consequentes de absorções, abortos, acidentes e etc, vamos chegar a um aproveitamento real da ordem de 2.300 produtos aproveitáveis à nascer. Esse numero é muito pequeno para as necessidades do turfe brasileiro.
Levando-se em consideração os números pela Associação Brasileira na data de 17 de junho de 2015 vai ficar faltando uma boa quantidade de corredores para as necessidades do nosso turfe.
