O 42º Gran Premio Latinoamericano (G1) será atração na tela da Tv Turfe, neste domingo, 26 de abril, com partida marcada para 19 horas e 30 minutos.
A reunião terá início às 14h30 e pode ser acompanhada, com apostas, pelo site www.apostas.JCB.com.br
CLIQUE AQUI e veja o programa com retrospecto
A fantástica carreira, que em 2026 acontecerá pela oitava vez no Peru, sendo a primeira no gramado do Hipódromo de Monterrico, em 2.000 metros, grama, distribuirá US$ 300 mil em prêmios, sendo US$ 180 mil ao ganhador.
Atual campeão e país com mais conquistas da prova, o Brasil busca seu 13º triunfo – Aero Trem venceu em 2021, porém representando o Uruguai. Antes, venceram: Dark Brown (1981); Duplex (1982); Derek (1983); Old Master (1985); Falcon Jet (1991); Much Better (1994 e 1996); Jimwaki (1998); Hot Six (2009); Some In Tieme (2016); Doutor Sureño (2023) e Obataye (2025).
Representando o Jockey Club Brasileiro, Olympic Oman (4 anos, Camelot Kitten e Olympic India, por Shanghai Bobby), criado pelo Haras Regina e defensor do Stud Sampaio, partirá pela baliza 10, com a direção de Altair Domingos e apresentação de Roberto Morgado Neto. Em grande forma, o castanho está pronto para uma destacada performance.
Pivot Central, o representante do Jockey Club de São Paulo, é um 4 anos, filho de Salto e Jinndah, por Sinddar, de criação e propriedade do Haras Fazenda Boa Vista, parte pelo menor caminho, a baliza um. Jeanne Alves tenta a primeira vitória de uma joqueta na carreira, no dorso do animal treinado por Emerson Garcia. Cavalo de poucas corridas e muita classe, chega ao Peru credenciado por bater Obataye na Seletiva paulista.
Padre Roberto (o preferido da cátedra local), Puppis Husband, ganhador do trial, Boudica e María Luisa (as fêmeas do campo), os perigosos Khamal e Magic Power, e Kanko, que fechou a raia na Gávea ano passado, defendem a invencibilidade dos corredores peruanos no Latino quando “disputado em casa”. Afinal, em todas as outras sete oportunidades os corredores locais passaram na frente (sempre em pista de areia). Assim como os chilenos, os peruanos querem a 11ª taça do páreo.
Segundo colocado para Obataye no Pellegrini e um dos mais cotados, The Gladiator’s Hat, ao lado de Thor Medina, vindo de recente vitória no GP Miguel Alfredo Martínez de Hoz (G1), por desclassificação, tentam o oitavo título do forte turfe argentino.
Medjool, que formou a dupla no Latino 2025, Teao, recente vencedor do El Derby (G1), no Valparaiso Sporting Club, e Apolo Rey, terceiro para Teao no Derby e primeiro colocado no St Leger (G1), são fortes concorrentes que lutam pelo 11º título do Latino para o Chile.
Nascido no Brasil, Galikovic, criado pelo Haras Belmont Ltda., irá representar o Uruguai, país que tenta sua terceira vitória na mais importante carreira do turfe sul americano.

por Fernando Lopes – fotos: Divulgação OSAF; Sylvio Rondinelli; Porfírio Menezes e Internet
