De ponta a ponta e sem dar impressão de ser derrotada em parte alguma do percurso, Gevrey-Chambertain acaba de conquistar o Clássico Antônio Carlos Amorim (L.). A carreira, em 2.000 metros, grama macia, foi a primeira atração do Domingo No Jockey, neste 1º de fevereiro, no Hipódromo da Gávea.
Única ligeira do reduzido lote de cinco concorrentes, Gebrey-Chambertain assumiu a liderança assim que os boxes se abriram. Niagara era a segunda colocada, com Fuerza Viva e Hyatt Centric e Tamara na sequência. Sem ser incomodada, Gevrey-Chambertain abriu três, quatro corpos sobre as rivais na reta oposta. Sem alterações, Niagara, Hyatt Centric, Fuerza Viva e Tamara eram as próximas. Na grande curva, Niagara, na palheta, diminuiu a vantagem de Gevrey-Chambertain. Fuerza Viva, Hyatt Centric e Tamara tentavam aproximação com as duas primeiras.
Na hora decisiva, Niagara encurtava a distância e Tamara melhorava aberta. Fuerza Viva e Hyatt Centric não mostravam forças para lutar pelo triunfo. Na tocada do líder, Henderson Fernandes, perfeito no dorso da ganhadora, Gevrey-Chambertain trouxe a vantagem até o espelho, sem ser ameaçada. Niagara formou a dupla, desde a partida. Tamara descontou para ser a terceira, com Fuerza Viva e Hyatt Centric fechando a conta.
No capricho do líder Luiz Esteves – vencedor de 11 edições do páreo, incluindo os três últimos – Olympic Maurren (2025), Bloody Mary (2024) e Pastime (2023) –, que trabalha com seus animais no CT Verde e Preto, Gevrey-Chambertain é uma 4 anos, filha de Drosselmeyer e Vega Sicília, por Vettori, criada pelo Haras Old Friends Ltda. e defensora do Haras Legacy.
Na terceira vitória de sua campanha, , a segunda nobre – antes no GP Armando Rodrigues Carneiro (G3) – com 11 colocações, sendo nove segundos lugares, em 16 saídas, Gevrey-Chambertain percorreu a milha em bons, 1min59s55.
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Por Fernando Lopes – fotos: Sylvio Rondinelli
