Está surgindo um novo Mandrake?
Mesma equipe – Haras Legacy, Luiz Esteves e Valdinei Gil.
Ambos criados por alguns dos maiores campos criatórios do país – Mandrake (Haras Santa Rita da Serra) e Ozone Layer (Haras Santa Maria de Araras)
Três vitórias nas cinco primeiras corridas no Hipódromo da Gávea.
Todas vitórias “apertadas” e sempre com forte arremate na hora decisiva.
Ozone Layer mostrou ser um velocista de muito futuro com seu belíssimo triunfo no Clássico Sabinus (L.) e que, quem sabe, pode ser o substituto do recém-aposentado Mandrake, agora garanhão no Legacy. A carreira, uma justa homenagem do JCB ao fantástico, nas pistas e na reprodução, animal de Julio Cápua, foi uma das atrações da jornada do domingo, 17 de agosto, no maior palco de corridas do país.
Ozone Layer ficou boa parte da reta sem passagem, entre Wall Street, Tamoio e Sereia do Iguassu. Depois de várias tentativas, Valdinei Gil – impecável na condução do ganhador – optou por levantar seu pilotado e colocá-lo por fora dos rivais. Com caminho livre, Ozone Layer embalou de maneira irresistível e dominou a valente estreante Sereia do Iguassu, que formou a dupla em grande performance. Tamoio, Wall Street e Iron Dollar completaram o marcador.
Trazido do CT Verde e Preto em forma exuberante pelo craque Luiz Esteves, Ozone Layer é um 3 anos, filho de Emcee e Et La Vie Continue (Put It Back), criado pelo Haras Santa Maria de Araras e defensor do Haras Legacy. Na sua terceira vitória, a segunda nobre, a outra no Clássico Imprensa – Jair Balla (L.), Ozone Layer correu o quilômetro em 57s47.
VEJA A GALERIA DE IMAGENS DO CLÁSSICO SABINUS (L.)










Por Fernando Lopes – fotos: Sylvio Rondinelli
