Advogado, orador, político e diplomata, Oswaldo Aranha foi um homem de forte influência no cenário nacional. Gaúcho de raízes paulistas, Oswaldo foi Governador do Rio Grande do Sul, Ministro da Justiça e Negócios Interiores do Brasil, 2x Ministro da Fazenda do Brasil (1931/1934 e 1953/1954), Ministro das Relações Exteriores do Brasil e Ministro da Agricultura do Brasil.
Não obstante às atividades de Estado, Oswaldo Aranha era um turfista entusiasta e ativo participante da política do Jockey Club Brasileiro. Em 1942, passou a criar puros sangues no seu Haras Vargem Alegre, em Barra de Piraí, interior do estado do Rio de Janeiro. Os jóqueis de seus animais envergavam a jaqueta preta com boné encarnado.
Nascido em Alegrete, Rio Grande do Sul, em 1894, Oswaldo Aranha faleceu no Rio de Janeiro em 1960, vítima de um ataque cardíaco. Sua morte causou grande comoção nacional e internacional e seu enterro contou com a participação dos políticos mais importantes da época, como o presidente Juscelino Kubitschek e Tancredo Neves.
Como acontece anualmente, Oswaldo Aranha será homenageado pelo Jockey Club Brasileiro neste final de semana, mais precisamente no próximo domingo, 24 de novembro, com a realização de uma prova de Grupo 2, para éguas de 3 anos e mais idade. A carreira é a Terceira Etapa da Copa de Prata, disputada em 2.400 metros, pista de grama. Estão anotadas:
Lenha Nobre (Stud Yelllow River); Abidjan (Haras Santa Rita da Serra); Olympic Must e Olympic China (ambas do Haras Regina); Queen Of Night (Haras Tributo À Ópera); Maison Du Caviar (Stud Alvarenga); e Estrela Monarchos (Stud H&R).
Da Redação – pesquisa: Livro Jockey Club Brasileiro 130 anos / Wikipédia
Fotos: Arquivo JCB
