O equilíbrio aparece como tônica para a disputa da versão 2022 do Clássico Antônio Carlos Amorim (L.), em 1.600 metros, grama. A prova reúne éguas de 3 anos e mais idade e será a atração maior da reunião de domingo, 30 de janeiro, no Hipódromo da Gávea.
Apenas quatro competidoras foram anotadas na melhor disputa da semana no prado carioca.
Hang Loose (J.Ricardo/ V.Nahid/ Stud By Winner’s) possui oito vitórias em sua campanha, é mantida em ótima forma por Venâncio Nahid e Jorge Ricardo a conhece como ninguém. Uma das mais velozes do campo, saindo pela linha um, se conseguir folga na ponta será um osso duro de roer. Em 2021, Hang Loose finalizou na terceira colocação desta prova, atrás de I’m Stronger e Italian Party.
Casa Blanca (B.Queiroz/ C.Oliveira/ Stud Santa Maria) a outra voluntariosa do reduzido lote, vem de vitória em companhia não muito diferente – GP Duque de Caxias (G2 – ver filme acima), em setembro – , e está fora das pistas desde então. Categoria não lhe falta para superar suas adversárias, mas os quatro meses fora das pistas indicam cautela.
Ginger Touch (W.Blandi/ M.Aurélio/ Paulo Rodolfo Fischer), sempre muito regular, a castanha estava sem atuar desde setembro e reapareceu com descolocação em Pesos Especiais misturada com os machos. Seu treinador atravessa fase das melhores, já perfeitamente adaptado ao novo CT – Vale do Marmelo -, e não será surpresa seu triunfo.
Surprising (L.Henrique/ Ad.Menegolo/ Haras Sweet Carol) é a mais vitoriosa do lote e também a líder em prêmios, com mais de 190 mil reais ganhos. Adquirida pelo Haras Sweet Carol, voltou a correr na Gávea e fez ótimo terceiro para The Sister (Haras das Estrelas) no GP Marciano de Aguiar Moreira (G2 – ver filme acima). Conseguindo acompanhar de perto as mais velozes, vai chegar com certeza brigando pela vitória.
por Fernando Lopes – fotos: Sylvio Rondinelli
