Direção milimétrica de Bruno Queiroz para fazer com que Helquis superasse Mais Que Bonita em cima do disco e levar a melhor no Grande Prêmio Riboletta (G3). A carreira, disputada em 2.000 metros, grama macia, uma justa homenagem do JCB à fantástica égua criada pelo Haras Santa Ana do Rio Grande e que no Brasil defendeu as sedas da Coudelaria Parlamento, foi uma das atrações da reunião de sábado, 10 de abril, no Hipódromo da Gávea.
Casa Blanca mandou na prova desde a largada. Mais Que Bonita, Irverness, Perigoosa, Helquis e Kamily vinham na sequência. O panorama não se alterou na reta oposta. Na grande curva, Mais Que Bonita e Irverness aproximaram-se da ponteira Casa Blanca. Perigoosa e Helquis já eram “procuradas” por seu jóqueis.
Na hora decisiva, logo Mais Que Bonita dominou a situação. Irverness não mostrava força para superar a rival. Perigoosa era outra que trazia pouca ação. Embalada, pelo meio de pista, Helquis começou a descontar para cima da ponteira e trazia mais ação. Porém, Mais Que Bonita é valente e brigadora. As duas ficaram perfeitamente emparelhadas e, nos últimos 10 metros, com seu piloto comemorando, Helquis livrou mínima vantagem sobre Mais Que Bonita, sempre uma grandíssima adversária. Perigoosa, Casa Blanca e Irverness completaram o marcador remunerado.
Trazida do Centro de Treinamento em forma soberba por Christiano Oliveira, Helquis é uma 4 anos, filha de Wild Event e Belquis, por Exchange Rate, de criação e propriedade do Haras Santa Maria de Araras. Na sua quarta vitória, a terceira nobre, as outras nos Clássico Octavio Dupont (L.) e Marcos Ribas de Farias (L.), Helquis parou os cronômetros em 2min00s81.
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por Fernando Lopes – fotos: Sylvio Rondinelli
















