Um verdadeiro mestre em treinamento de cavalos de corridas, João Vieira foi durante muitos anos professor da Escola de Treinadores do Jockey Club Brasileiro.
Destacou-se também como supervisor, para muitos o melhor do turfe nacional, do Stud Rocha Faria, coudelaria das mais expressivas, especialmente nos anos 40, 50 e 60, que, sob sua orientação, venceu o Grande Prêmio Brasil de 1951 com o alazão Pontet Canet (foto) (Advocate); também em 1951, o Oaks carioca, então o GP Marciano de Aguiar Moreira, com Goldena; seis GGPPs com a craque Joiosa (Romney), em 1953 e 1954; o GP Outono, com Homero, em 1952; o GP Major Suckow, com La Vestal (Advocate), em 1952; o GP Distrito Federal, com King Bay (Normanton), em 1955; o GGPP Outono, em 61, e o Presidente da República, em 62, com o Quick Chance (Normanton), em 1961, entre outras importantes provas do turfe nacional.
Seus filhos, Cristina Vieira e João Guilherme Vieira também estão diretamente ligados ao esporte dos reis, que consagrou o pai: Cristina, como veterinária de alguns dos principais studs do turfe brasileiro, e João Guilherme, que foi treinador e assessor do Stud Capitão.
Este ano, no domingo, 22 de março, o Jockey Club Brasileiro realizará o Handicap João Vieira, reunindo produtos de 3 anos e mais idade em 1.000 metros, na pista de grama. Estão inscritos no páreo:
Nabuki (Bruno Freire Ribeiro); Jotagê (Luiz Henrique Flores dos Santos); All Obsession (Haras Free Way); Zooming (Hingrid Gonçalves dos Santos); Palais Royale (Bruno Freire Ribeiro); Fastway (Stud Spartacus); Rip do Iguassu (Haras Valentin) e Rico do Iguassu (Stud Guizé). 

da Redação, com Assessoria da Gerência de Turfe – foto: Arquivo JCB
