Único 3 anos do páreo e levando peso de todos os adversários, Ribéry engrenou atropelada sensacional para levantar o Clássico OSAF (L.). Um dos destaques e carreira de encerramento da jornada de sexta-feira, 25 de setembro, no Hipódromo da Gávea, a homenagem do JCB a Organização Sul Americana de Fomento ao Puro Sangue Inglês, foi disputada em 1.200 metros, areia macia.
Takashi, o grande favorito, demorou para alinhar e não pulou bem. Zaza Bela saiu com pressa das caixas, assim como Acerto Dodge. Flocos de Amor e Madame Indy eram os próximos. Melhorando aberto, Takashi passava para a quarta colocação. I Have A Dream, Ribéry, Raquel’s Story e Cantalona fechavam o lote de oito competidores. O ritmo alucinante na frente indicava que o ganhador viria de trás… Não por nada, Ribéry entrou a reta na última colocação.
Em plena reta final, logo Zaza Bela e Acerto Dodge cansaram. Flocos de Amor assumiu francamente a primeira colocação. Entretanto, Takashi, Madame Indy e Raquel’s Story vinham forte por fora. Madame Indy dominou, Raquel’s Story passou para segundo e a briga parecia que ficaria entre as duas. Ledo engano. Engrenadaço, sainda das últimas posições, Ribéry, mesmo atirando-se um pouco para dentro, passou um a um dos seus rivais e cruzou o disco na frente, em êxito espetacular. Raquel’s Story formou a dupla, com Madame Indy em terceiro e Takashi em quarto. Cantalona fechou o placar.
Dirigido com excelência por Wilkley Xavier e treinado no “CT Gávea” pelo campeão da estatística, Leonardo José dos Reis, o popular “Vovô do Davi Luca”, Ribéry é um 3 anos, filho de Joe Owen e Viva Carina, por Our Emblem, de criação e propriedade do Haras Salamandra. Na sua segunda vitória na Gávea, a primeira nobre, Ribéry completou o percurso em 1min13s37.
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por Fernando Lopes – fotos: Sylvio Rondinelli















