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Escola de Profissionais do Turfe é destaque na mídia internacional

gringoO Jornal Thoroughbred Racing Commentary dedicou um longo artigo para a Escola de Profissionais do Turfe, situada no Jockey Club Brasileiro. Em matéria entitulada “Want a star international jockey of the future? This is first the place to look”, a jornalista Katherine Ford fez uma análise e contou como são formados os futuros ídolos na matriz do turfe no país, que acabam sendo exportados para brilhar em vários lugares do mundo. Ela conversou com diversos personagens que fazem o dia a dia da EPT, como a Gerente de Turfe do JCB, Mayra Frederico, o coordenador Marcello Cardoso, além de ouvir alguns desses futuros craques como, Leandro Henrique, Victoria Dias e Mateus Bruno. 

Katherine Ford começa com uma pequena introdução, citando a realizaçãoimage005 dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, e dizendo que o Brasil é um grande formador de ídolos mundiais em vários esportes, como Ayrton Senna e Pelé. E no turfe não é diferente. Mesmo sendo pouco valorizados no mercado interno, os pilotos brasileiros estão entre os mais requisitados de todo o mundo. A matéria conta de forma breve as histórias de João Moreira, craque em Hong Kong, de Silvestre Pereira, que teve um início difícil na Europa, mas que hoje tem uma carreira consolidada e é uma estrela mundial, além do nosso ídolo maior, Jorge Ricardo e a sua saga para alcançar Russell Baze em número de vitórias para, assim, se tornar o jóquei com o maior número de triunfos na história do Esporte dos Reis. 

Depois de “passear” pelos nossos ídolos que atuam no exterior, a jornalista falou sobre a quem chamou de ” novo prodígio” do turfe brasileiro, o campeão das estatísticas 2015/2016 da Gávea, Leandro Henrique. Nesta parte, coube a Mayra Frederico comentar sobre o atleta: “Leandro é o primeiro aprendiz na América do Sul a ganhar o título e eu estou muito orgulhosa”.

Citou palavras do menino pernambucano, que creditou este título ao trabalho duro.Katherine iniciou a outra parte da matéria, que mostra o caminho para se chegar a jóquei.  Marcello Cardoso, ex-jóquei e que hoje ensina o princípio básico de quem se aventura nesta profissão: “Aqui no Brasil, nós sabemos que é muito difícil de ser bem sucedido. É claro, o talento é importante também, mas jóqueis precisam ter disciplina e estar preparado para trabalhar duro. No Brasil, isso é algo que estamos muito conscientes”. 

A matéria segue mostrando os aparelhos usados pelos alunos para conseguir equilíbrio, força física entre outras qualidades necessárias para se tornar um  jóquei preparado. Além disso, Katherine comenta a dura rotina deles nos trabalhos matinais, onde alguns chegam a galopar mais de 20 cavalos.  

mateosDepois de falar sobre a parte física, a jornalista fala ainda sobre a alimentação, parte importante deste processo. Ela comenta que os aprendizes têm aulas regulares com nutricionistas, que examinam de perto a ingestão de alimentos de cada um. “Estou orgulhosa, pois meus aprendizes tomam café da manhã e almoçam antes de irem para as corridas. E é um almoço adequado de feijão e arroz, enquanto, infelizmente, alguns dos jóqueis mais velhos passam o dia com apenas um pequeno pedaço de queijo “. comenta Mayra.

A matéria é finalizada com um resumo do que significa a oportunidade de fazer parte da instituição. Katherine Ford destaca todo o conhecimento de Mayra Frederico, graduada na Darley Flying Start, onde teve a oportunidade de conhecer melhor as corridas internacionais, para descrever de forma direta o privilégio que é estar dentro da EPT: “A escola representa o futuro da indústria. Jóqueis podem com frequência se tornar treinadores, uma vez que param de montar. Por isso, se podemos formar muito bons jóqueis, proporcionando uma boa formação profissional quando jovens, eles vão ser grandes profissionais quando se tornarem mais velhos”. 

CLIQUE AQUI E CONFIRA A MATÉRIA NA ÍNTEGRA:

 

 

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