Sábado e domingo foram dias de boas provas para potros e potrancas da geração 2013 com alguns, inclusive, estreantes. Mais uma grande oportunidade de o amigo turfista conferir de perto as novas forças do Hipódromo da Gávea.
Essas grandes disputas começaram no sábado, com o Prêmio Miron – 1946, em 1.000 (GRAMA), para produtos de 2 anos sem vitória no Rio e em São Paulo. Com oito animais alinhados para a carreira, desses, cinco estreantes, a vitória ficou com Questo Mi Piace, que levou L. Henrique em seu dorso. Treinado por A. Morales, este animal é um filho de Tiger Heart e Smart’n Snazzy-EUA, por Smarty Jones. Ele pertence ao Stud Alvarenga e é de criação do Haras Santarém. Ele completou a distância com o tempo de 57:95.
No páreo seguinte, mais nove produtos de 2 anos sem vitória no Rio e em São
Paulo se enfrentaram em 1.000 metros (GRAMA). E nesta carreira o grande vencedor foi El Sur, com H. Fernandes e treinamento sob responsabilidade de L. Esteves. Filho de Adriano e Manzana-ARG, por Berstein, e de propriedade do Stud Verde com a criação do Haras Santa Maria de Araras, esta boa força cobriu a distância no tempo de 58:97.
Já no domingo, foi a vez das potrancas desfilarem pelo gramado mais do que tradicional do prado carioca no Prêmio Espiche – 1958. A disputa começou no 2º páreo da domingueira para as fêmeas de 2 anos sem vitória no Rio e em São Paulo. Depois de uma carreira
em 1.000 metros (GRAMA), entre dez competidoras (quatro estreantes), Esatteza (B. Reis) foi a grande vencedora. Pupila de L. G. F. Ulloa, a filha de Wild Event e Calandrelle-ARG, por Candy Stripes, cobriu a distância com o tempo de 58:05. Ela é de propriedade de Eloi de Souza Ferreira e de criação do Haras Santa Maria de Araras.
No 4º páreo da programação, o Prêmio Farwell – 1960 reuniu dez potrancas,
seis estreantes, sem vitória no Rio e em São Paulo. A vitória ficou com Chip Leader (A. Mendes). Com L. R. Feltran como treinador, Chip Leader defende as cores do Stud Les Paxá 74 e é de criação do Haras Garcez Castellano. Filha de Amigoni e Ananibia (Signal Tap), ela cruzou o disco marcando 58:51 nos cronômetros.
Mais dez potrancas (quatro estreantes) sem vitória no Rio e em São Paulo se enfrentaram no Prêmio Arturo A – 1961,
realizado no 5º páreo da programação. California Girl foi a grande protagonista. Com o experiente C. Lavor em seu dorso, essa filha de Drosselmeyer e Sailing-EUA, por Storm Cat, cruzou o espelho com o tempo de 58:08. Com treinamento de Ad. Menegolo, California Girl é de propriedade do Haras Sweet Carol e criação do Stud Alvarenga.
No páreo seguinte (Prêmio Ortile – 1962), Bright Carol venceu a disputa entre dez potrancas, quatro inéditas, de 2 anos sem vitória no Rio e em São Paulo. Pilotada por B.Pinheiro, essa filha de Holy Roman Emperor e Última Palavra (Dodge), não tomou conhecimento de suas adversárias e cobriu os 1.000 metros (GRAMA) com o tempo de 57:92. Mais uma força do Haras Sweet Carol e criação do Haras Tango.
Vale destacar que nesta segunda-feira, mais um páreo destinado a nova geração será realizado. A carreira será no 4º páreo da programação. Desta vez, mais sete produtos de 2 anos sem vitória no Rio e em São Paulo se enfrentam em 1.400 metros (AREIA).
Por Emerson Silva e Sylvio Rondinelli. Fotos: Sylvio Rondinelli
