“Morreu domingo, na linda tarde de 17 de abril de 2016, Marcos Araujo Ribas de Faria, ou, como gostava de ser chamado, apenas, Marcos Ribas.
Estudioso das coisas do turfe, crítico rigoroso e agudo observador, conhecia, como poucos, nos seus mínimos detalhes, esse esporte que tanto amamos -o Esporte dos Reis-.
Perde assim o Jockey Club Brasileiro o seu mais importante colaborador. Perco eu, o querido amigo, com quem tive o privilégio de conviver desde 1976.
Conversas constantes, papos deliciosos, que iam desde as corridas de cavalos, criação, etc., até cinema, música, teatro, futebol, assuntos que ele dominava como poucos, com sua memória privilegiada.
Suas colunas, de leitura obrigatória – quem não se lembra da Volta Fechada do Jornal do Brasil, durante anos, assinando-se como Escorial- eram verdadeiras obras de bom gosto literário.
Para o turfe Marcos deixa um vazio difícil de preencher, para nós amigos a tristeza de perdê-lo.
Vá com Deus querido amigo, e que lá de cima com tantos outros queridos companheiros, como Roberto e Nelson Seabra, mestre João Vieira, Gustavo Philadelpho, Nova Monteiro, Francisco Paula Machado, Gilberto Rocha Faria e tantos outros, você possa assistir, orgulhoso, à nossa temporada clássica que você tão bem idealizou”.
Gustavo H Tremonti de Freitas
