No domingo, 22 de março, o Jockey Club Brasileiro, mais uma vez, realizará o Clássico José Calmon (L.), este ano em 1.300 metros, grama, reunindo potros da Geração 2023.
Quarto presidente do Jockey Club, entre os anos de 1876 e 1877 e considerado por todos um pioneiro, José Calmon importava cavalos da França e da Inglaterra para criá-los em sua fazenda “Córrego Rico”, na cidade de Juiz de Fora. José Calmon foi sem dúvida o turfista brasileiro mais importante do século XIX.
Grande amigo de Mariano Procópio, “Juca Gama”, como era conhecido, além de turfista era nadador, acrobata e exímio esgrimista. Na vida pública, Calmon foi três vezes deputado por Minas Gerais e representou o serviço consular brasileiro em Porto, Iquitos, Trieste, Genebra e Montevidéu, onde veio a falecer em 1913.
A justa homenagem para um dos grandes entusiastas do turfe nacional, recebeu sete inscrições:
Relator (Stud Escorial); Vision For Speed (Haras do Morro); Secret Cry (Stud Big Feeling); Paid In Full (Stud HRN); Popsicle (Haras Clark Leite); Pantanal (Stud Escorial) e Paraná (Haras Legacy).
da Redação Foto: Livro JCB 130 anos – Rio de Janeiro, um século e meio de turfe
