Terceiro para Invictus no São Paulo, firme vencedor do Matias Machline, Didimo desembarcou na Gávea com pompa e circunstância. Confirmando o esperado, o castanho dominou seus rivais na 80ª versão do Grande Prêmio Brasil (G1).
Primeira vitória para Ângelo Márcio Souza, um piloto que a cada dia mostrava sua enorme técnica na condução de um PSI. Triunfo inédito e marcante para o jovem Lucas Quintana, levando a segunda taça do Brasil para a família, visto que seu pai conduziu Campal, campeão da prova em 81, após a desclassificação de Denee.
Criado pelo Stud Eternamente Rio e de propriedade do Stud Ceprano, Didimo (Nedawi e Qualibet, por Burooj), assinalou para os 2.400 metros, grama, 2min27s15.
Por Fernando Lopes – foto: Gerson Martins
