O treinador Arthur de Araújo, vítima de falência múltipla dos órgãos, faleceu na tarde desta terça-feira, 1º de outubro, no Hospital Evangélico, localizado na Tijuca, onde estava internado há alguns dias.
O velório será realizado nesta quarta-feira, 02 de outubro, na Capela de nº 4 do Cemitério São João Batista e o enterro acontecerá às 14 horas.
Desde 17 de julho de 2012, Arthur Araújo, ao lado de Francisco Abreu, Alcides Morales, Walnyr Penelas, Walter Pedersen e Zilmar Duarte Guedes foi elevado pelo Jockey Club Brasileiro à condição de treinador emérito do turfe carioca.
Nascido em 1922, Arthur de Araujo começou no turfe como cavalariço e logo começou a montar tendo obtido sua 1ª vitória em 1940 como aprendiz, tornando-se jóquei em 1942, quando chegou a conquistar 370 vitórias até 1960, ano em que parou de montar. Chegou a ser 2º no GP Brasil em 1950 com o argentino Nimrod (a ganhadora foi a inesquecível Tirolesa), tendo montado ótimos animais como Fairplay(GP Outono, etc..), Quasi (quando chegou a dominar o páreo na entrada da reta do GP Brasil de 54, terminando em 4º para El Aragonés), Do Well, e a craque Garbosa Bruleur em uma ocasião, quando substituiu L. Rigoni.
Em 1958 tornou-se treinador, e obteve nada menos que 1036 vitórias, tendo treinado inclusive para o Stud Seabra. Sua ultima inscrição foi em 2011. Alguns bons animais, treinados por Seu Arthur e que vem a memória, são Demi Tour (1º em G3), In the Box (1º em G3), Rector (1ºem G3), Urbi et Orbi (clássico), Dream of Sinless (1ºem L), Ebanus (clássico).
da Redação com Assessoria da Gerência de Turfe
