Twist And Shout tem 15 adversárias para seguir na luta pela coroa no icônico GP Diana (G1) » Jockey Club Brasileiro - Turfe

Twist And Shout tem 15 adversárias para seguir na luta pela coroa no icônico GP Diana (G1)

A ganhadora do Grande Prêmio Henrique Possolo (G1), a versão nacional dos 1000 Guinéus, Twist And Shout (Haras Doce Vale) terá 15 adversárias para seguir na luta pela coroa no fundamental Grande Prêmio Diana (G1), o “Derby das potrancas”.

A disputa mais importante da Geração para as fêmeas, proporciona à ganhadora do Diana ser imediatamente promovida a melhor fêmea de sua geração e, consequentemente, o melhor prospecto de mãe de “N” gerações a seguir. 

Com o patrocínio do Leilão Araras Blood & Power, em todas as provas da Coroa carioca (machos e fêmeas), o prêmio para a primeira colocada do Diana 2022 tem um um incremento de R$ 25 mil

A carreira será um dos destaques da jornada de domingo, 12 de março, no Hipódromo da Gávea. Twist And Shout busca a segunda coroa para tentar colocar seu nome no seleto rol das Tríplices Coroadas formado por: Indian Chris 1991; Virginie 1998; Be Fair 2000; Old Tune 2012; e No Regrets 2014; e Janelle Monae 2021.

Conheça, abaixo, um pouco mais sobre cada uma das 16 concorrentes.

Twist And Shout (Put It Back e I Scream, por Ay Caramba – Haras Doce Vale – Venâncio Nahid/ Alexandre Correia) venceu o Possolo em grande estilo, passando com sobras por suas adversárias. Tem raça para ir bem no aumento da percurso – sua mãe venceu o GP OSAF e com Wild Event produziu Sugar Daddy, campeão do Derby Brasileiro, o GP Cruzeiro do Sul em 2022. É a competidora a ser derrotada. 

Rennes (Salto e Gran Ocean, por Setembro Chove – Stud Chesapeake/ Stud Inacianos – Cosme Morgado Neto/ Carlos Lavor) – potranca de excelente poderio locomotor e que foi guardada para esta prova, não participando do Possolo. Venceu a Prova Especial Virginie esbanjando categoria e surge como um dos melhores nomes do páreo e principais empecilhos para Twist And Shout tentar seguir na luta para ser a 7ª Tríplice Coroada da Gávea. 

Lady Rose (Drosselmeyer e Name Of Rose, por Clackson – Haras Anderson/ Stud Pedudu – Adelcio Menegolo/ Leandro Henrique) – Parece correr melhor a cada apresentação. Segunda colocada no Possolo, contou com a preferência de Leandro Henrique, tem tudo para chegar bem aos 2.000 metros e brigar pela vitória. Chance alta. 

Quatá (Ganesh e Jolly Max, por Mr.Fritz – Stud Red Rafa – Luiz Esteves/ Wilkley Xavier) fez excelente segundo para Rennes no trial, aprovando o aumento da distância. Tem sua parcela de chance numa carreira deveras equilibrada.  

Silenciadora (ARG) (Daniel Boone e Salzburg Queen, por Pure Prize – Haras Santa Maria de Araras – Christiano Oliveira/ Francisco Leandro (ARG)) fez bom terceiro na P.E. Virginie e tenta surpreender as mais cotadas por aqui na direção do excelente Francisco Leandro. 

Luminosidad (Put It Back e Ensign First Class, por Wild Event – Haras Santa Maria de Araras – Christiano Oliveira/ Waldomiro Blandi) – Correu abaixo do esperado e vai em busca da reabilitação. 

Bloody Mary (Agnes Gold e Netherlands, por Point Given – Fazenda Mondesir – Cosme Morgado Neto/ João Moreira) – Largou com atraso e recuperou-se bem e, apesar de descolocada, animou para a próxima. Leva João Moreira “up” e não seria surpresa seu triunfo. 

Broadway (Drosselmeyer e Makeover, por Giant’s Causeway – Fazenda Mondesir – Cosme Morgado Neto/ Acedenir Gulart) – Desde sempre levada em alta conta por seu staff. Correu pouco misturada com as mais velhas em dezembro. Retorna contra as melhores de sua Geração em prova duríssima. Rateio elevado. 

Exclamação (Agnes Gold e Uow, por Bernstein – Haras Old Friends Ltda. – Ângelo Márcio Souza/ Roberto Morgado Neto) – Correu muito pouco no Possolo, quando ficou longe na primeira parte do percurso e acabou não atropelando. Numa raia mais leve, surge como uma excelente opção de rateio melhor. 

Limited Edition (Adriano e Que Clase, por Bernstein – Haras Santa Maria de Araras/ Stud Rio Dois Irmãos – Luiz Esteves/ Henderson Fernandes) – Não valeu sua apresentação no Possolo, sendo outra que agradar-se-á da pista leve. Azar interessante. 

Pearl do Iguassu (Forestry e Energia Halo, por Gloria de Campeão – Haras Rio Iguassu – Antonio Oldoni (PR)/ Valdinei Gil) – Potranca bastante regular e que retorna à Gávea para encarar parada duríssima. Seus responsáveis estão confiantes. 

Pra Sempre (Agnes Gold e Fire Heart, por Public Purse – Stud Eternamente Rio – Luiz Esteves/ Matheus Aguiar) – Voluntariosa, deve ser uma das responsáveis pelo ritmo da prova. Tem raça para o percurso e pode ser incluída nos estudos. 

Regal Nemesis (Drosselmeyer e Nayara Gold, por Know Heights – Coudelaria Monte Parnaso – Bruno Queiroz/ Roberto Morgado Neto) – Não teve percurso dos melhores no Possolo, após partir da baliza 14, perdendo assim sua invencibilidade. Como boa neta materna de Know Heights, deve agradecer o aumento no percurso e, melhor colocada no partidor, pode reabilitar-se, sem surpresa. 

Pina Bausch (Drosselmeyer e Honra Ao Mérito, por Refuse To Band – Haras Figueira do Lago – Venâncio Nahid/ José Aparecido) – Não para de evoluir. Chegou agarrada no Possolo e merece respeito por aqui. 

Little Beauty (Drosselmeyer e Beleza Interior, por Giant’s Causeway – Haras Anderson/ Haras Sweet Carol – Adelcio Menegolo/ Marcelo Gonçalves) – a primeira líder da Geração não tem repetido o mesmo desempenho da primeira parte de sua campanha. Busca uma colocação. 

Love Touch (Put It Back e Angel Eyes, por Northern Afleet – Haras Santa Maria de Araras/ Stud Eterno Amor – Jorge RicardoRoberto Morgado Neto) – Correu demais no Possolo, largando da baliza 17. Agora, saindo pela linha três, numa dessas, surpreende as mais visadas. 

por Fernando Lopes – fotos: Sylvio Rondinelli

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