Sem Royal Ship, equilíbrio no GP Francisco E. de P. Machado (G1) » Jockey Club Brasileiro - Turfe

Sem Royal Ship, equilíbrio no GP Francisco E. de P. Machado (G1)

Muito equilíbrio na 2ª Etapa da Tríplice Coroa de Produtos. Sem a presença de Royal Ship, recentemente exportado, não teremos Tríplice Coroado entre os machos de 3 anos do turfe carioca na Temporada 2019/2020.

Portanto, nenhum dos 16 inscritos para os 2.000 metros, pista de grama, do GP Francisco Eduardo de Paula Machado (G1) terá oportunidade de colocar seu nome ao lado de:

Talvez! 1940;  Criolan 1941; Quiproquó 1952; Timão 1955; Escorial 1959; African Boy 1979 (foto); Old Master 1984; Itajara 1987; Groove 1996; Super Power 2000; Plenty Of Kicks 2012; e Bal A Bali 2014, os doze produtos Tríplices Coroados no Hipódromo da Gávea.

A carreira, a ser realizada no domingo, 08 de março, é uma justa celebração do Jockey Club Brasileiro a um dos maiores baluartes do turfe nacional, que foi presidente do clube entre 1960 e 1984, sempre trabalhando para o engrandecimento da atividade. Realizada desde 1975, passou a ser a 2ª Etapa da Tríplice Coroa em 2004.

Abu Dhabi (Haras das Estrelas) ganhador do trial em boa lei – P.E. Falcon Jet -, chega como nome de peso na competição, tendo atuado nos dois quilômetros em cinco de suas seis saídas e distância em que marcou as duas vitórias de sua campanha. Valdinei Gil será o jóquei do potro treinado por Ronaldo Marins Lima em Itaipava, no Vale da Boa Esperança.

Olympic Jolteon (Haras Regina), Norgaard (Stud Red Rafa), Amor Total (Stud Eterno Amor) e Bavaro Beach (Stud Quintella) chegaram, pela ordem, na segunda, terceira, quarta e quinta colocações no GP Estado do Rio de Janeiro (G1), abertura da Coroa, com menos de um corpo de distância entre os quatro. Rivais poderosos.

Caribean (Stud Best Friends) abordando o percurso pela primeira vez, sofreu derrota ingrata para Abu Dhabi na preparatória. Vacheron (Coudelaria Barcelona) não teve sorte no percurso e pode ter chegado a sua vez, que já chegou perto dos mais velhos na distância. Hamburguer (Stud H&R) segue quebrando relógios no CT e mesmo após apagada atuação no GP Escorial (G3), classificatório para o Latino 2020, teve seu added pago aqui. Nunca é bom duvidar de um cavalo preparado por Dulcino Guignoni.

Hector Gold (Stud Pedudu) é concorrente dos mais fortes. Madison (Haras Figueira do Lago) encontra-se em franca evolução. A presença de Vagner Borges em seu dorso deve ajudar a resolver o problema de largar por fora de todos. Hall Pass sabe mais e defende pela primeira vez a farda tricolor do Stud Eterno Amor. Don Bizarro (Stud Grenoble) estreia novas cocheiras e, desde sempre, é levado em alta conta.

Capitão Barbosa (Stud Eternamente Rio), o único sem vitória do campo, Principe Daniel (Ronaldo Cramer Moraes Veiga), mais aguerrido na distância e melhor balizado, Blood Father (Stud By Winner’s), único representante do CT Gávea, e Notável (Haras Nacional), em progressos, também estão na parada.

por Fernando Lopes – fotos: Sylvio Rondinelli

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