Um verdadeiro galope de saúde de Last Hope no Clássico Much Better (L.). A carreira, atração central da noturna desta terça-feira, 15 de maio, no Hipódromo da Gávea, foi realizada em 2.100 metros, pista de areia macia e homenageou o sensacional animal criado pelo Haras J.B.Barros e que nas pistas defendeu o Stud TNT e venceu as maiores provas do turfe sul-americano.
Last Hope deu uma tropeçada na partida, mas isso não o impediu de acompanhar em terceiro o ritmo de Valente Duque e Lasting Colony. Namur, Céu de Brigadeiro, Kanton, Capitólio e Liberado, afastado, vinham na sequência. Sem alterações no panorama, Valente Duque braceava com sobras na dianteira. Pouco antes da variante, o piloto de Last Hope “o deixou andar um pouco mais rápido” e logo passou por Lasting Colony, assumindo a segunda colocação. Pela cerca, Céu de Brigadeiro também progredia e Namur aberto acompanhava bem os rivais.
Last Hope já entrou na reta dominando o ponteiro Valente Duque. Valdinei Gil olhava para trás e esperava o máximo para dar a partida. Quando sentiu o tropel de Céu de Brigadeiro, que assumiu francamente a segunda posição, solicitado por seu jóquei, Last Hope abriu luz para o disco, passando na frente com confortáveis 3 ¼ corpos sobre Namur, que correu bem, mesmo sem Lasix. Céu de Brigadeiro (que fez importante teste para o GP Brasil) terminou em terceiro com Liberado e Lasting Colony no complemento do marcador.
Preparado pela fera Julio Cezar Sampaio no CT Dedo de Deus, Last Hope é um 5 anos, filho de Distorted Humor e West Hope, por Crimson Tide, de criação e propriedade da Coudelaria Jéssica. Na sua décima vitória – a segunda nobre, a outra no GP Salgado Filho (G3), Last Hope parou os cronômetros em 2min16s20.
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por Fernando Lopes – fotos: Sylvio Rondinelli











