Como bem diz o genial Roberto Casella nas transmissões em Cidade Jardim, Fidedigno foi de bandeira a bandeira o melhor no Clássico Luiz Rigoni (L.). A carreira, uma das atrações da jornada deste domingo, 12 de fevereiro, no Hipódromo da Gávea, realizou-se na distância dos 1.400 metros, pista de grama leve.
Sem a presença da parelha dois – Meu Chuck e Cornélio – apenas cinco competidores tiveram excelente largada. Silver Prize pulou na frente, mas rapidamente o voluntarioso Fidedigno apossou-se da ponta. Datspeaker, Paint Naif e Desejado Brocador vinham na sequência. De galope largo, vistoso, Fidedigno mostrava o caminho com Silver Prize em seu encalço. Na grande curva, Datspeaker e Paint Naif aceleraram o ritmo, ficando bem próximos a Fidedigno.
Cavalo duro, brigador, Fidedigno entrou a reta na ponta com o “páreo todo à sua caça”. Ajustado por Marcelo Almeida, mostrando a forma excelente que ostenta, Fidedigno desvencilhou-se dos adversários e galopou célere para o espelho, em triunfo categórico. Datspeaker ficou em segundo com Desejado Brocador na terceira colocação. Silver Prize e Paint Naif chegaram a seguir.
Mandado à raia em forma espetacular por Edson Ricardo, Fidedigno é um 5 anos, filho de Forestry e Frieda Benz, por Orpen, criado por Julio Rafael de Aragão Bozano e de propriedade para o Stud Dona Lucia. Na sua sétima vitória, em 14 apresentações, a quinta nobre (GGPP Julio Cápua (G2); Gervasio Seabra (G3); e 2x o João José e José Carlos Figueiredo (G3), Fidedigno parou os cronômetros em 1min27s20 (ficando a 64/100 do recorde de Campeoníssimo).
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Por Fernando Lopes – fotos: Gerson Martins & Sylvio Rondinelli
